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O que você precisa saber sobre o diagnóstico molecular de doenças

O que você precisa saber sobre o diagnóstico molecular de doenças

Diagnósticos feitos com base somente nos sintomas relatados pelos pacientes têm grandes chances de falhar. Por isso, a busca por precisão tem sido a tônica de quem trabalha com diagnóstico de enfermidades infecciosas e se preocupa com questões importantes, como o uso inapropriado ou abusivo de antibióticos — situação que pode ocorrer quando o diagnóstico fica restrito aos sintomas descritos pelo paciente.

E é possível ir além! Dos blocos químicos de guanina (G), adenina (A), timina (T) e citosina (C), se pode revolucionar a medicina, e as possibilidades são inúmeras. Se considerarmos que o DNA traz uma informação segura sobre a identidade de quem o carrega, conseguimos entender por que o diagnóstico molecular tem ganhado espaço e predileção entre os profissionais.

Outras técnicas diagnósticas ainda carregam a incerteza de suas afirmações até a realização de duas ou três testagens diferentes. O exame rápido por meio do teste molecular, por outro lado, tem a característica de fornecer um resultado muito mais certeiro. Para desvendar o diagnóstico molecular de doenças, conversamos com especialistas no assunto. Acompanhe o conteúdo e fique por dentro do assunto!

O diagnóstico molecular de doenças

A medicina diagnóstica tem oferecido avanços e bons resultados para a clínica médica. Também conhecido como diagnóstico genético, o diagnóstico molecular pode ser entendido, de forma ampla, como a soma de métodos analíticos utilizados em laboratório com a finalidade de, sob uma perspectiva molecular (e de alteração molecular na informação genética), lograr a análise de amostras oferecidas por pessoas com suspeita ou sintomas de doença. Uma descrição longa para algo simples, e que pode facilitar muito a vida do médico e do paciente.

Pode-se dividir o diagnóstico molecular de doenças em duas técnicas diferentes: PCR e isotérmica. Veja a seguir detalhes sobre cada uma.

PCR

O exame que utiliza PCR, sigla para Polymerase Chain Reaction, amplifica em milhares de vezes uma determinada região da molécula de DNA. Essa técnica esquenta e depois resfria a amostra para chegar ao resultado.

ISOTÉRMICA

A tecnologia isotérmica está presente em diversos equipamentos POCT — Point of Care Testing. Ela apresenta um diferencial em relação à técnica PCR por não demandar aquecimento e resfriamento da amostra. Como o seu próprio nome já indica, sua temperatura não necessita de variação. A amplificação isotérmica, que pode ser mediada por loop (LAMP), é uma técnica nova que, assim como o PCR, também realiza a amplificação de DNA, mas de forma muito mais ágil para a detecção de diversos patógenos. Dessa maneira, a técnica consegue oferecer resultados em tempo recorde — para indicar o diagnóstico, precisa-se de, no máximo, 15 minutos.

Por dentro do teste molecular

A biologia molecular traz essa revolução para a medicina diagnóstica por conseguir realizar uma operação de identificação de patógeno em tempo recorde e apresentar respostas certeiras ao mesmo tempo. O teste molecular é feito com o uso de agentes moleculares que ficam armazenados nos equipamentos, quando se fala em um POCT. Essas moléculas quebram o patógeno para a identificação do agente causador da doença, seja ele uma bactéria ou um vírus. Assim, é possível descobrir seu material genético. Essa identificação é o que dará a resposta sobre a presença ou não de um patógeno — e esse processo não dura mais que alguns minutos!

Vantagens de utilizar esse recurso

Os principais benefícios de contar com o recurso molecular são, justamente, a certeza e o pouco tempo para a resolução da dúvida. Como se trata da identificação de um material genético contido dentro de um patógeno, a possibilidade de erro é mínima, já que cada patógeno contém o seu identificador genético específico. Fora isso, essa identificação é feita pelo teste molecular em poucos minutos, diminuindo muito o tempo de espera e a angústia de alguns pacientes. Isso possibilita dar início a um tratamento logo em seguida, quando necessário. É por essa razão que os Point of Care Testing têm ganhado adeptos entre profissionais da área em todo o mundo.

Como garantir a qualidade e a confiabilidade de um equipamento de diagnóstico molecular

Para se garantir a qualidade e a confiabilidade de testes como esses, é importante ter em conta a origem do equipamento utilizado e o histórico de sua marca. Apenas empresas que apresentam garantia e um trajeto sólido na área podem atestar a confiabilidade necessária de um diagnóstico rápido. Para que os equipamentos Point of Care Testing sejam colocados à disposição no mercado, são necessárias certificações internacionais que garantam o bom funcionamento e a confiabilidade de seus resultados. Esse é o caso da certificação Clia Waived.

Link de referência https://periodicos.ufsm.br/reufsm/article/view/21894

Link de referência https://economia.estadao.com.br/noticias/releases-ae,testes-moleculares-revolucionam-o-gerenciamento-de-pacientes

Link de referência http://bioemfoco.com.br/noticia/influenza-diagnostico-molecula/

Link de referência https://www.labnetwork.com.br/especiais/tecnicas-de-biologia-molecular-sao-usadas-cada-vez-em-um-numero-maior-de-exames/

Link de referência https://ibapcursos.com.br/diagnostico-molecular-de-doencas-infectocontagiosas/

Link de referência https://labnetwork.com.br/noticias/a-importancia-do-diagnostico-molecular-para-a-tuberculose-resistente/

Link de referência https://dle.com.br/exames/biologia-molecular-genetica-humana

Link de referência https://www3.hermespardini.com.br/pagina/508/primeira-analise---avancos-no-diagnostico-molecular-de-doencas-infectocontagiosas.aspx

   

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